Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Atos Regulatórios

1. Autorização, Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento

ARARAQUARA Autorização Resolução CONSUNI n. 20130620 de 20/06/2013 - Em Processo de Reconhecimento - Protocolo n. 201801456 (Portaria Normativa n. 40/2007 republicada em 29/12/2010 para fins de expedição de diploma)
RIBEIRÃO PRETO Reconhecimento Portaria n. 36 de 27/01/2017 publicada em 30/01/2017
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO Reconhecimento Portaria n. 36 de 27/01/2017 publicada em 30/01/2017
ANCHIETA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
CHÁCARA SANTO ANTÔNIO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
CIDADE UNIVERSITÁRIA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
MARQUÊS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
NORTE Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
PARAÍSO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
PAULISTA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
PINHEIROS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
TATUAPÉ Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
VERGUEIRO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
CAMPINAS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
JUNDIAÍ Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
SANTANA DE PARNAÍBA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
SANTOS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS Reconhecimento Portaria n. 493 de 20/12/2011 publicada em 22/12/2011
SOROCABA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
BRASÍLIA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
GOIÂNIA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015
MANAUS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.099 de 24/12/2015 publicada em 30/12/2015

2. Conceitos do Curso

CAMPUS CURSO ANO DA AVALIAÇÃO CONCEITO PRELIMINAR DE CURSO - A PARTIR DE 2007
Alphaville CST - Análise e Desenvolvimento de Sistemas 2014 4
Brasília CST - Análise e Desenvolvimento de Sistemas 2014 3
Campinas CST - Análise e Desenvolvimento de Sistemas 2014 3
Goiânia CST - Análise e Desenvolvimento de Sistemas 2014 4
Jundiaí CST - Análise e Desenvolvimento de Sistemas 2014 4
Manaus CST - Análise e Desenvolvimento de Sistemas 2014 3
Ribeirão Preto CST - Análise e Desenvolvimento de Sistemas 2014
Santos CST - Análise e Desenvolvimento de Sistemas 2014 4
São José dos Campos CST - Análise e Desenvolvimento de Sistemas 2011 SC
São Paulo CST - Análise e Desenvolvimento de Sistemas 2014 3
Sorocaba CST - Análise e Desenvolvimento de Sistemas 2014 3

Projeto Pedagógico do Curso (PPC)

1. Objetivos do Curso

O Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas da UNIP tem o objetivo de capacitar o aluno a projetar, documentar, especificar, implementar, testar, implantar e manter sistemas computacionais de informação. Para tanto, o aluno utiliza modernas ferramentas computacionais, bem como métodos e técnicas avançadas para projetos aplicados durante todo o ciclo de desenvolvimento de sistemas, e conta, ainda, com professores altamente qualificados.

2. Atividades Principais

  • Projetar, desenvolver, implantar e manter Sistemas de Informação;
  • gerenciar equipes de desenvolvimento de sistemas;
  • diagnosticar problemas e propor melhorias baseadas em sistemas computacionais;
  • aplicar adequadamente recursos computacionais (hardware e software);
  • projetar e implementar Sistemas de Informação aderentes aos objetivos estratégicos das organizações;
  • produzir software utilizando métodos e técnicas adequadas e visando a alcançar os atributos essenciais de software.

3. Mercado de Trabalho

  • Analista de Sistemas
  • Projetista de Software
  • Desenvolvedor de Software
  • Gerente de Projetos de Sistemas de Informação

4. Duração do Curso

2 anos

5. Coordenador

Luciano Soares de Souza

6. Critérios de Promoção, do Regimento Geral da UNIP

Art. 78. Os critérios de promoção, envolvendo, simultaneamente, a frequência e o aproveitamento escolar, são os seguintes:
a) se a frequência do aluno for inferior a 75% (setenta e cinco por cento), ele estará reprovado na disciplina;
b) em caso contrário, serão consideradas as avaliações, conforme o previsto no artigo 74 e seus parágrafos.
I - Se a média semestral (MS) for igual ou maior que 7,0 (sete), o aluno estará aprovado na disciplina, naquele semestre, com média final igual a MS.
II - Se MS for menor que 7,0 (sete), o aluno será submetido a um exame, quando lhe será atribuída a nota EX.
III - Após o exame, a média final (MF) da disciplina será a média aritmética simples entre MS e EX. Assim: MF = (MS + EX) /2.
IV - Se MF for igual ou maior que 5,0 (cinco), o aluno estará aprovado na disciplina.
V - Se MF for menor que 5,0 (cinco), o aluno estará reprovado ou poderá, a critério do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE), ser submetido a uma avaliação especial.
VI - Mantida a reprovação, mesmo após a realização da avaliação especial, se concedida, o aluno ficará sujeito ao regime de dependência na disciplina.
c) O aluno que deixar de comparecer a uma prova poderá, a critério do coordenador do curso, substituí-la por nova prova ou pelo exame.
d) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.
e) O aluno reprovado em período letivo que não seja oferecido no semestre seguinte deverá matricular-se em período indicado pela Coordenação do curso.
f) Cabe à Comissão de Qualificação e Avaliação de Cursos (CQA), quando for o caso, acompanhar, avaliar e validar as avaliações de aprendizagem. Sendo assim, em qualquer momento do curso, a Instituição, por meio da CQA, poderá realizar Avaliação Geral de Curso (AGC), mediante a aplicação de uma prova ou a solicitação de um trabalho. Nesse caso, a nota dessa avaliação, que será designada por AG, passará a compor, juntamente com as notas do professor (NP1 e NP2), a média semestral (MS) de cada disciplina, da seguinte forma:
MS = (3 x NP1 + 3 x NP2 + 4 x AG) /10.
g) Quando a Avaliação Geral de Curso (AGC) for aplicada, sua nota (AG) será utilizada para compor a média semestral de todas e somente das disciplinas do período em que o aluno está matriculado. Portanto, não será utilizada para calcular a média semestral de disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e de disciplinas optativas ou eletivas.
h) Todos os alunos terão que realizar Atividades Práticas Supervisionadas (APS), que constarão de atividades de biblioteca (frequência e utilização), atividades relacionadas aos laboratórios (relatórios de experiências e outras), trabalhos individuais ou em grupo determinados pelo professor, trabalhos de iniciação científica, resolução de exercícios do Portal ou de listas, programadas para serem supervisionadas pelos professores em suas aulas. Para os cursos de licenciatura, acrescentam-se a essas atividades os seminários de práticas e outras atividades inerentes às licenciaturas.
i) Em cada semestre, o aluno deverá cumprir a quantidade de horas de APS, definida para seu curso. Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) às APS.
j) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.

§ 1º O desempenho do aluno é avaliado numa escala de 0 (zero) a 10 (dez), com aproximação de até 0,5 (cinco décimos); MS será arredondada para 7,0 (sete), quando for maior ou igual a 6,7 (seis-vírgula-sete) e menor que 7,0 (sete); MF será arredondada para 5,0 (cinco), quando for maior ou igual a 4,75 (quatro-vírgula-setenta e cinco) e menor que 5,0 (cinco).

§ 2º O exame e/ou a avaliação especial, exceção feita àqueles dos antepenúltimo e último período letivos, a critério do CONSEPE, poderão ser realizados em épocas especiais, após recuperação.

§ 3º A recuperação poderá ter duração variável, dependendo da disciplina, e poderá, inclusive, estender-se por um semestre ou mais, a critério do CONSEPE.

§ 4º O aluno, em casos especiais e depois de ouvida a coordenação do curso, poderá ser autorizado a realizar o exame e/ou a avaliação especial em épocas distintas daquela determinada para os alunos de sua turma.

§ 5º A critério do CONSEPE, poderá ser incorporado às normas vigentes o conceito de aproveitamento médio global do período letivo, que é determinado pela média aritmética das médias semestrais das disciplinas cursadas no semestre regular, excetuando-se adaptações, dependências ou tutorias.

§ 6º Se o aproveitamento médio global do período letivo for maior ou igual a 7,0, o aluno poderá, a critério do CONSEPE, ser dispensado de fazer o exame também nas disciplinas em que obteve média semestral maior ou igual a 5,0.

§ 7º O lançamento da nota de aproveitamento médio global obedecerá ao critério de arredondamento do valor obtido para o meio ou inteiro imediatamente superior.

§ 8º Para todos os cursos, se a média de qualquer disciplina oferecida pela modalidade de educação a distância (MD) for maior ou igual a 6,0 (seis), o aluno estará aprovado na disciplina; se for menor que 6,0 (seis), o aluno será submetido a exame.

Art. 79. O número máximo de disciplinas em regime de dependência e de adaptação para a promoção ao período letivo subsequente fica assim definido:

I - para a promoção ao 2º período letivo: sem limite;
II - para a promoção ao 3º período letivo: 5 disciplinas;
III - para promoção aos períodos letivos situados entre o 3º e o antepenúltimo: 5 disciplinas;
IV - para promoção ao antepenúltimo período letivo: 3 disciplinas;
V - para o penúltimo e o último períodos letivos do curso não serão aceitas matrículas de alunos com dependência, recuperação ou adaptação em qualquer disciplina de períodos letivos anteriores.

§ 1º O aluno reprovado em um período letivo poderá optar pelo regime de progressão tutelada, que foi instituído visando a oferecer orientação acadêmica diferenciada aos alunos que apresentarem desempenho acadêmico irregular no decorrer do seu processo de formação. Entende-se por desempenho acadêmico irregular, o acúmulo de disciplinas em regime de dependência e/ou adaptação, em número maior que o permitido conforme o caput deste artigo.

§ 2º O ingresso no regime de progressão tutelada de matrícula decorre do interesse manifesto do aluno.

§ 3º Será facultado aos alunos que estariam se promovendo para o segundo ou para até o antepenúltimo período de qualquer curso de graduação, que tenham ultrapassado o limite de disciplinas em regime de dependência, previsto no caput deste artigo, adotarem o regime de progressão tutelada de matrícula.

§ 4º Os alunos que atenderem às condições previstas no parágrafo anterior poderão optar pelo regime de progressão tutelada durante o período de renovação da matrícula fixado no Calendário Escolar da UNIP.

§ 5º O aluno que ultrapassar o limite de disciplinas em dependência e optar pelo regime de progressão tutelada de matrícula receberá orientação diferenciada sobre a reestruturação do seu percurso acadêmico, inclusive sobre a distribuição das disciplinas em dependência, ou ainda a cursar, atividades e estágios incompletos. A orientação definirá como e quando o aluno poderá cumpri-los.

§ 6º Compete à Coordenação do Curso, a partir da análise do histórico escolar do aluno optante, orientá-lo quanto à melhor alternativa para conduzir a sua progressão acadêmica, considerando tudo o que é exigido pela matriz curricular para uma formação plena (disciplinas, trabalhos de curso, estágios, entre outros).

§ 7º Caberá à Coordenação do Curso, juntamente com o aluno optante pelo regime de progressão tutelada, estabelecer um plano de estudos definindo como, quando e quais disciplinas deverão ser cursadas, assim como as condições e as medidas a serem adotadas para a conclusão das demais atividades curriculares ainda pendentes. Esse plano de estudos poderá ultrapassar, conforme o caso, o período mínimo de integralização curricular.

§ 8º Na condição de ingressante no penúltimo período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o regime de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 9º Na condição de ingressante no último período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o plano de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 10 - Enquanto optante pelo regime de progressão tutelada, o aluno obriga-se a cumprir integralmente o plano acadêmico estabelecido pela Coordenação do Curso e referendado pelo CONSEPE.

§ 11 - O desligamento do aluno do regime de progressão tutelada poderá ocorrer quando o desempenho acadêmico do aluno for avaliado como insuficiente pela instância competente da Universidade e decidido/homologado pelo CONSEPE.

§ 12 - Os casos omissos neste Regulamento serão submetidos à apreciação do Conselho Superior competente da UNIP.

 

7. Convênios

IBM Academic Initiative Microsoft IT Academy Program MSDN Academic Alliance

Manual de Informações Acadêmicas e Calendário Escolar

Observação: o PPC está disponível também no setor de atendimento e nas bibliotecas.

Grade Curricular - Ingressantes 2018

Disciplinas Carga Horária
Análise de Sistemas Orientada a Objetos 60
Atividades Complementares 100
Banco de Dados 60
Comunicação Aplicada  60
Desenvolvimento de Software para Internet 60
Desenvolvimento Sustentável  60
Direitos Humanos (Optativa) 20
Economia e Mercado  60
Educação Ambiental (Optativa) 20
Empreendedorismo  60
Engenharia de Software I 60
Engenharia de Software II 60
Estatística 60
Estudos Disciplinares 240
Ética e Legislação Profissional  60
Fundamentos de Redes de Dados e Comunicação 60
Fundamentos de Sistemas Operacionais 60
Gerenciamento de Projetos de Software 60
Gestão da Qualidade  60
Gestão Estratégica de Recursos Humanos  60
Linguagem e Técnicas de Programação 120
Lógica 60
Língua Brasileira de Sinais (Optativa) 20
Matemática para Computação 60
Metodologia Científica  60
Organização de Computadores 60
Princípios de Sistemas de Informação 60
Programação Orientada a Objetos I 60
Programação Orientada a Objetos II 60
Projeto de Interface com o Usuário 60
Projeto de Sistemas Orientado a Objetos 60
Projeto Integrado Multidisciplinar 480
Relações Étnico-Raciais e Afrodescendência (Optativa) 20
Tópicos Especiais de Programação Orientada a Objetos 60

Carga Horária Total: 2.520 horas-aula (2.100 horas)

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