Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018

Enfermagem

Atos Regulatórios

1. Autorizaçao, Reconhecimento e Renovaçao de Reconhecimento

INDIANÓPOLIS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1 de 06/01/2012 publicada em 09/01/2012
ARARAQUARA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 375 de 29/05/2018 publicada em 30/05/2018
ARAÇATUBA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
ASSIS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
CAMPINAS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
RIBEIRÃO PRETO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
SOROCABA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
GOIÂNIA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
ANCHIETA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1 de 06/01/2012 publicada em 09/01/2012
CHÁCARA SANTO ANTÔNIO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1 de 06/01/2012 publicada em 09/01/2012
CIDADE UNIVERSITÁRIA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1 de 06/01/2012 publicada em 09/01/2012
MARQUÊS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1 de 06/01/2012 publicada em 09/01/2012
NORTE Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1 de 06/01/2012 publicada em 09/01/2012
TATUAPÉ Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1 de 06/01/2012 publicada em 09/01/2012
VERGUEIRO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1 de 06/01/2012 publicada em 09/01/2012
BAURU Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1 de 06/01/2012 publicada em 09/01/2012
JUNDIAÍ Renovação de Reconhecimento Portaria n. 620 de 14/09/2018 publicada em 17/09/2018
LIMEIRA Reconhecimento Portaria n. 2.445 de 14/11/2001 publicada em 16/11/2001
SANTANA DE PARNAÍBA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1 de 06/01/2012 publicada em 09/01/2012
SANTOS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 824 de 30/12/2014 publicada em 02/01/2015
SÃO JOSÉ DO RIO PARDO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 659 de 28/09/2018 publicada em 01/10/2018
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1 de 06/01/2012 publicada em 09/01/2012
BRASÍLIA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1 de 06/01/2012 publicada em 09/01/2012
MANAUS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1 de 06/01/2012 publicada em 09/01/2012

 

2. Conceitos do Curso

CAMPUS CURSO ANO DA AVALIAÇÃO CONCEITO PRELIMINAR DE CURSO - A PARTIR DE 2007
Alphaville Enfermagem 2016 4
Anchieta Enfermagem 2016 4
Araçatuba Enfermagem 2016 4
Araraquara Enfermagem 2016 5
Assis Enfermagem 2016 5
Bauru Enfermagem 2016 3
Brasília Enfermagem 2016 3
Campinas Enfermagem 2016 4
Chácara Santo Antônio Enfermagem 2016 4
Cidade Universitária Enfermagem 2016 4
Goiânia Enfermagem 2016 4
Jundiaí Enfermagem 2016 3
Limeira Enfermagem 2016 4
Manaus Enfermagem 2016 3
Marquês Enfermagem 2016 4
Norte Enfermagem 2016 4
Paraíso / Vergueiro Enfermagem 2016 4
Ribeirão Preto Enfermagem 2016 5
Santos Enfermagem 2016 3
São José do Rio Pardo Enfermagem 2016 4
São José do Rio Preto Enfermagem 2016 4
São José dos Campos Enfermagem 2016 5
Sorocaba Enfermagem 2016 4
Tatuapé Enfermagem 2016 4

Projeto Pedagógico do Curso (PPC)

1. Objetivos do Curso

  • Preparar profissionais éticos e competentes, capazes de contribuir para o desenvolvimento da região e o bem-estar e qualidade de vida de seus cidadãos;
  • Conscientizar o aluno de sua responsabilidade social, na busca da compreensão das reais necessidades e dos caminhos para a inclusão social desenvolvendo atividades educacionais;
  • Desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo nas instâncias do sistema de saúde;
  • Estar fundamentado na capacidade de tomar decisões visando o uso apropriado da força de trabalho, de medicamentos, de equipamentos, de procedimentos e de práticas eficazes que priorizam custo/benefício;
  • Manter a confidencialidade das informações a ele confiadas, na interação com outros profissionais de saúde e o público em geral;
  • Estar apto a assumir posições de liderança, sempre tendo em vista o bem estar da comunidade;
  • Estar habilitado a fazer o gerenciamento e a administração da força de trabalho, dos recursos físicos e materiais e da informação, da mesma forma que deve estar apto a ser gestor, empregador e líder nas equipes de saúde;
  • Ser capaz de aprender continuamente, tanto na sua formação, quanto na sua prática profissional.

2. Atividades Principais

A formação do Enfermeiro deve atender as necessidades sociais da saúde, com ênfase no Sistema Único de Saúde (SUS), assegurando a integralidade da atenção e a qualidade e humanização do atendimento.

A formação do acadêmico tem por objetivo dotar o futuro profissional dos conhecimentos, habilidades e atitudes requeridos para a competência em:

  • Promover estilos de vida saudáveis de seus clientes/pacientes e de sua comunidade, atuando como agente de transformação social;
  • Usar adequadamente novas tecnologias, tanto de informação e comunicação, quanto de ponta para o cuidar de enfermagem;
  • atuar nos diferentes cenários da prática profissional considerando os pressupostos dos modelos clínico e epidemiológico;
  • Identificar as necessidades individuais e coletivas de saúde da população, seus condicionantes e determinantes;
  • Intervir no processo de saúde-doença responsabilizando-se pela qualidade da assistência/cuidado de enfermagem em seus diferentes níveis de atenção à saúde, com ações de promoção, prevenção, proteção e reabilitação à saúde, na perspectiva da integralidade da assistência;
  • Prestar cuidados de enfermagem compatíveis com as diferentes necessidades apresentadas pelo indivíduo, pela família e pelos diferentes grupos da comunidade;
  • Compatibilizar as características profissionais dos agentes da equipe de enfermagem às diferentes demandas dos usuários;
  • Integrar as ações de enfermagem às ações multiprofissionais;
  • Gerenciar o processo de trabalho em enfermagem com princípios de Ética e de Bioética, com resolutividade tanto em nível individual como coletivo, em todos os âmbitos de atuação profissional;
  • Planejar, implantar, implementar e participar dos programas de formação e qualificação contínua dos trabalhadores de enfermagem e de saúde;
  • Planejar, implantar e implementar programas de educação e promoção à saúde, considerando a especificidade dos diferentes grupos sociais e dos distintos processos de vida, de saúde, trabalho e de adoecimento;
  • Desenvolver, participar e aplicar pesquisas e/ou outras formas de produção de conhecimento que objetivem a qualificação da prática profissional;
  • Respeitar o código ético, os valores políticos e os atos normativos da profissão;
  • Interferir na dinâmica de trabalho institucional, reconhecendo-se como agente desse processo;
  • Utilizar os instrumentos que garantam a qualidade do cuidado de enfermagem e da assistência à saúde;
  • Participar da composição das estruturas consultivas e deliberativas do sistema de saúde;
  • Reconhecer o papel social do enfermeiro para atuar em atividades de política e planejamento em saúde.

3. Mercado de Trabalho

O enfermeiro pode exercer atividades autônomas, trabalhar em Instituições de Ensino, Pesquisa e Saúde.

A oferta de postos de trabalho no mercado está em expansão, na medida em que a expectativa de vida da população brasileira tem aumentado e as necessidades de assistência à saúde se multiplicado.

Cabe ao enfermeiro um amplo espectro de atuação e de participação na sociedade.

4. Práticas

  • Unidades Básicas de Saúde
  • Laboratório de Enfermagem
  • Laboratório de Anatomia
  • Evento Acadêmico-Científico
  • Clínicas de Saúde da UNIP
  • Estágio em Instituições de Saúde: Hospitais, Clínicas, Creches, Instituições de longa permanência e outros
  • Estágio em Instituições de Ensino
  • Programa de Monitoria
  • Programa de Iniciação Científica

5. Duração

4 anos

6. Coordenadora

Raquel Machado Cavalca Coutinho

7. Critérios de Promoção, do Regimento Geral da UNIP

Art. 78. Os critérios de promoção, envolvendo, simultaneamente, a frequência e o aproveitamento escolar, são os seguintes:
a) se a frequência do aluno for inferior a 75% (setenta e cinco por cento), ele estará reprovado na disciplina;
b) em caso contrário, serão consideradas as avaliações, conforme o previsto no artigo 74 e seus parágrafos.
I - Se a média semestral (MS) for igual ou maior que 7,0 (sete), o aluno estará aprovado na disciplina, naquele semestre, com média final igual a MS.
II - Se MS for menor que 7,0 (sete), o aluno será submetido a um exame, quando lhe será atribuída a nota EX.
III - Após o exame, a média final (MF) da disciplina será a média aritmética simples entre MS e EX. Assim: MF = (MS + EX) /2.
IV - Se MF for igual ou maior que 5,0 (cinco), o aluno estará aprovado na disciplina.
V - Se MF for menor que 5,0 (cinco), o aluno estará reprovado ou poderá, a critério do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE), ser submetido a uma avaliação especial.
VI - Mantida a reprovação, mesmo após a realização da avaliação especial, se concedida, o aluno ficará sujeito ao regime de dependência na disciplina.
c) O aluno que deixar de comparecer a uma prova poderá, a critério do coordenador do curso, substituí-la por nova prova ou pelo exame.
d) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.
e) O aluno reprovado em período letivo que não seja oferecido no semestre seguinte deverá matricular-se em período indicado pela Coordenação do curso.
f) Cabe à Comissão de Qualificação e Avaliação de Cursos (CQA), quando for o caso, acompanhar, avaliar e validar as avaliações de aprendizagem. Sendo assim, em qualquer momento do curso, a Instituição, por meio da CQA, poderá realizar Avaliação Geral de Curso (AGC), mediante a aplicação de uma prova ou a solicitação de um trabalho. Nesse caso, a nota dessa avaliação, que será designada por AG, passará a compor, juntamente com as notas do professor (NP1 e NP2), a média semestral (MS) de cada disciplina, da seguinte forma:
MS = (3 x NP1 + 3 x NP2 + 4 x AG) /10.
g) Quando a Avaliação Geral de Curso (AGC) for aplicada, sua nota (AG) será utilizada para compor a média semestral de todas e somente das disciplinas do período em que o aluno está matriculado. Portanto, não será utilizada para calcular a média semestral de disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e de disciplinas optativas ou eletivas.
h) Todos os alunos terão que realizar Atividades Práticas Supervisionadas (APS), que constarão de atividades de biblioteca (frequência e utilização), atividades relacionadas aos laboratórios (relatórios de experiências e outras), trabalhos individuais ou em grupo determinados pelo professor, trabalhos de iniciação científica, resolução de exercícios do Portal ou de listas, programadas para serem supervisionadas pelos professores em suas aulas. Para os cursos de licenciatura, acrescentam-se a essas atividades os seminários de práticas e outras atividades inerentes às licenciaturas.
i) Em cada semestre, o aluno deverá cumprir a quantidade de horas de APS, definida para seu curso. Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) às APS.
j) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.

§ 1º O desempenho do aluno é avaliado numa escala de 0 (zero) a 10 (dez), com aproximação de até 0,5 (cinco décimos); MS será arredondada para 7,0 (sete), quando for maior ou igual a 6,7 (seis-vírgula-sete) e menor que 7,0 (sete); MF será arredondada para 5,0 (cinco), quando for maior ou igual a 4,75 (quatro-vírgula-setenta e cinco) e menor que 5,0 (cinco).

§ 2º O exame e/ou a avaliação especial, exceção feita àqueles dos antepenúltimo e último período letivos, a critério do CONSEPE, poderão ser realizados em épocas especiais, após recuperação.

§ 3º A recuperação poderá ter duração variável, dependendo da disciplina, e poderá, inclusive, estender-se por um semestre ou mais, a critério do CONSEPE.

§ 4º O aluno, em casos especiais e depois de ouvida a coordenação do curso, poderá ser autorizado a realizar o exame e/ou a avaliação especial em épocas distintas daquela determinada para os alunos de sua turma.

§ 5º A critério do CONSEPE, poderá ser incorporado às normas vigentes o conceito de aproveitamento médio global do período letivo, que é determinado pela média aritmética das médias semestrais das disciplinas cursadas no semestre regular, excetuando-se adaptações, dependências ou tutorias.

§ 6º Se o aproveitamento médio global do período letivo for maior ou igual a 7,0, o aluno poderá, a critério do CONSEPE, ser dispensado de fazer o exame também nas disciplinas em que obteve média semestral maior ou igual a 5,0.

§ 7º O lançamento da nota de aproveitamento médio global obedecerá ao critério de arredondamento do valor obtido para o meio ou inteiro imediatamente superior.

§ 8º Para todos os cursos, se a média de qualquer disciplina oferecida pela modalidade de educação a distância (MD) for maior ou igual a 6,0 (seis), o aluno estará aprovado na disciplina; se for menor que 6,0 (seis), o aluno será submetido a exame.

Art. 79. O número máximo de disciplinas em regime de dependência e de adaptação para a promoção ao período letivo subsequente fica assim definido:

I - para a promoção ao 2º período letivo: sem limite;
II - para a promoção ao 3º período letivo: 5 disciplinas;
III - para promoção aos períodos letivos situados entre o 3º e o antepenúltimo: 5 disciplinas;
IV - para promoção ao antepenúltimo período letivo: 3 disciplinas;
V - para o penúltimo e o último períodos letivos do curso não serão aceitas matrículas de alunos com dependência, recuperação ou adaptação em qualquer disciplina de períodos letivos anteriores.

§ 1º O aluno reprovado em um período letivo poderá optar pelo regime de progressão tutelada, que foi instituído visando a oferecer orientação acadêmica diferenciada aos alunos que apresentarem desempenho acadêmico irregular no decorrer do seu processo de formação. Entende-se por desempenho acadêmico irregular, o acúmulo de disciplinas em regime de dependência e/ou adaptação, em número maior que o permitido conforme o caput deste artigo.

§ 2º O ingresso no regime de progressão tutelada de matrícula decorre do interesse manifesto do aluno.

§ 3º Será facultado aos alunos que estariam se promovendo para o segundo ou para até o antepenúltimo período de qualquer curso de graduação, que tenham ultrapassado o limite de disciplinas em regime de dependência, previsto no caput deste artigo, adotarem o regime de progressão tutelada de matrícula.

§ 4º Os alunos que atenderem às condições previstas no parágrafo anterior poderão optar pelo regime de progressão tutelada durante o período de renovação da matrícula fixado no Calendário Escolar da UNIP.

§ 5º O aluno que ultrapassar o limite de disciplinas em dependência e optar pelo regime de progressão tutelada de matrícula receberá orientação diferenciada sobre a reestruturação do seu percurso acadêmico, inclusive sobre a distribuição das disciplinas em dependência, ou ainda a cursar, atividades e estágios incompletos. A orientação definirá como e quando o aluno poderá cumpri-los.

§ 6º Compete à Coordenação do Curso, a partir da análise do histórico escolar do aluno optante, orientá-lo quanto à melhor alternativa para conduzir a sua progressão acadêmica, considerando tudo o que é exigido pela matriz curricular para uma formação plena (disciplinas, trabalhos de curso, estágios, entre outros).

§ 7º Caberá à Coordenação do Curso, juntamente com o aluno optante pelo regime de progressão tutelada, estabelecer um plano de estudos definindo como, quando e quais disciplinas deverão ser cursadas, assim como as condições e as medidas a serem adotadas para a conclusão das demais atividades curriculares ainda pendentes. Esse plano de estudos poderá ultrapassar, conforme o caso, o período mínimo de integralização curricular.

§ 8º Na condição de ingressante no penúltimo período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o regime de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 9º Na condição de ingressante no último período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o plano de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 10 - Enquanto optante pelo regime de progressão tutelada, o aluno obriga-se a cumprir integralmente o plano acadêmico estabelecido pela Coordenação do Curso e referendado pelo CONSEPE.

§ 11 - O desligamento do aluno do regime de progressão tutelada poderá ocorrer quando o desempenho acadêmico do aluno for avaliado como insuficiente pela instância competente da Universidade e decidido/homologado pelo CONSEPE.

§ 12 - Os casos omissos neste Regulamento serão submetidos à apreciação do Conselho Superior competente da UNIP.

 

Manual de Informações Acadêmicas e Calendário Escolar

Observação: o PPC está disponível também no setor de atendimento e nas bibliotecas.

Grade Curricular - Ingressantes 2018

Disciplinas Carga Horária
Anatomia 60
Anatomia dos Sistemas 60
Atenção à Saúde da Pessoa e Família em Situação de Risco 90
Atividades Complementares 100
Atividades Práticas Supervisionadas 800
Auditoria e Gestão de Qualidade nas Instituições de Saúde  30
Avaliação Clínica e Psicossocial em Enfermagem  90
Bases Diagnósticas 60
Bioestatística Aplicada à Saúde 30
Biologia, Histologia, Embriologia 60
Bioquímica 60
Biossegurança e Ergonomia 30
Ciências Sociais 30
Comunicação e Expressão  30
Cuidados à Pessoa e Família na Saúde Mental e Psiquiátrica  30
Direitos Humanos (Optativa) 20
Educação Ambiental (Optativa) 20
Enfermagem da Família 60
Enfermagem do Idoso 30
Enfermagem em Centro Cirúrgico 60
Enfermagem Interdisciplinar 30
Enfermagem Integrada 30
Epidemiologia 60
Estágio Curricular 960
Estudos Disciplinares 340
Ética em Enfermagem e Exercício da Profissão 30
Farmacologia 60
Farmacologia Aplicada à Enfermagem 60
Fisiologia 60
Fisiologia do Sistema Regulador 60
Fundamentos Históricos de Enfermagem 30
Gerenciamento de Pessoas e Serviços na Área da Saúde 30
Homem e Sociedade 30
Interpretação e Produção de Textos  30
Língua Brasileira de Sinais (Optativa) 20
Marketing Pessoal (Optativa) 20
Metodologia do Trabalho Acadêmico 30
Métodos de Pesquisa 30
Métodos de Reprocessamentos de Produtos para a Saúde  30
Microbiologia, Imunologia e Parasitologia 60
Nutrição Aplicada à Enfermagem 30
Patologia dos Sistemas 60
Políticas de Atenção à Saúde da Criança e Adolescente 60
Políticas de Atenção à Saúde da Mulher 60
Políticas de Atenção à Saúde do Adulto 30
Políticas de Saúde 30
Prática Clínica e Processos de Cuidar da Mulher, Criança e Adolescente 90
Prática Clínica e Processos de Cuidar da Saúde do Adulto 90
Prática Gerencial em Saúde Coletiva 30
Prática Gerencial em Saúde Hospitalar 60
Práticas Educativas em Saúde 60
Prevenção e Controle de Infecção em Instituições de Saúde 30
Produção Técnico-Científica Interdisciplinar 30
Projeto Técnico-Científico Interdisciplinar 30
Propedêutica e Processos de Cuidar da Saúde da Criança e do Adolescente 90
Propedêutica e Processos de Cuidar da Saúde da Mulher 90
Propedêutica e Processos de Cuidar da Saúde do Adulto 90
Psicologia Aplicada à Enfermagem 30
Relações Étnico-Raciais e Afrodescendência (Optativa) 20
Saúde Ambiental e Vigilância Sanitária 60
Suporte Básico de Vida 30
Tópicos de Atuação Profissional - Enfermagem 30

Carga Horária Total: 4.800 horas-aula (4.000 horas)

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