Nutrição

Atos Regulatórios

1. Autorização, Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento

ANCHIETA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
CHÁCARA SANTO ANTÔNIO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
CIDADE UNIVERSITÁRIA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
INDIANÓPOLIS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
MARQUÊS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
NORTE Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
TATUAPÉ Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
VERGUEIRO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
ARAÇATUBA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
ARARAQUARA Autorização Resolução CONSUNI n. 20130620 de 20/06/2013 - Em Processo de Reconhecimento - Protocolo n. 201714641 (Portaria Normativa n. 40/2007 republicada em 29/12/2010 para fins de expedição de diploma)
ASSIS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 678 de 15/10/2018 publicada em 17/10/2018
BAURU Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
CAMPINAS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
JUNDIAÍ Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
LIMEIRA Reconhecimento Portaria n. 217 de 31/10/2012 publicada em 06/11/2012
RIBEIRÃO PRETO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
SANTANA DE PARNAÍBA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1 de 06/01/2012 publicada em 09/01/2012
SANTOS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1 de 06/01/2012 publicada em 09/01/2012
SÃO JOSÉ DO RIO PARDO Reconhecimento Portaria n. 382 de 27/04/2017 publicada em 02/05/2017
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 659 de 28/09/2018 publicada em 01/10/2018
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1 de 06/01/2012 publicada em 09/01/2012
SOROCABA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
BRASÍLIA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
GOIÂNIA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1 de 06/01/2012 publicada em 09/01/2012
MANAUS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1.015 de 25/09/2017 publicada em 27/09/2017

2. Conceitos do Curso

CAMPUS CURSO ANO DA AVALIAÇÃO CONCEITO PRELIMINAR DE CURSO - A PARTIR DE 2007
Alphaville Nutrição 2016 3
Anchieta Nutrição 2016 3
Araçatuba Nutrição 2016 4
Assis Nutrição 2016 5
Bauru Nutrição 2016 4
Brasília Nutrição 2016 3
Campinas Nutrição 2016 4
Chácara Santo Antônio Nutrição 2016 3
Cidade Universitária Nutrição 2016 4
Goiânia Nutrição 2016 4
Jundiaí Nutrição 2016 4
Limeira Nutrição 2016 4
Manaus Nutrição 2016 SC
Marquês Nutrição 2016 4
Paraíso / Vergueiro Nutrição 2016 4
Ribeirão Preto Nutrição 2016 5
Santos Nutrição 2016 4
São José do Rio Pardo Nutrição 2016 4
São José do Rio Preto Nutrição 2016 4
São José dos Campos Nutrição 2016 4
Sorocaba Nutrição 2016 4
Tatuapé Nutrição 2016 4

Projeto Pedagógico do Curso (PPC)

1. Objetivos do Curso

O curso de Nutrição da Universidade Paulista tem como objetivos formar nutricionistas com conhecimentos, competências e habilidades gerais adequados para:

  • desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, tanto em nível individual quanto coletivo, atuando, de forma interdisciplinar, em equipes multiprofissionais, com prática integrada ao sistema de saúde local;
  • fundamentar-se no trabalho para tomadas de decisões apropriadas, a fim de  avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais adequadas baseadas em evidências científicas; 
  • aplicar técnicas de comunicação acessível que permitam adequada relação com o cliente, comunidade e equipe multiprofissional e manter a confidencialidade das informações;
  • ampliar a aprendizagem de uma língua estrangeira;
  • aplicar as ferramentas de tecnologia, comunicação e informação;
  • assumir posição de liderança e tomada de decisão no trabalho em equipe multiprofissional, com compromisso, responsabilidade e empatia;
  • realizar trabalho dentro do mais alto padrão de qualidade e princípios éticos;
  • ter capacidade crítica, analítica e reflexiva;
  • ultrapassar as barreiras culturais, sociais e pessoais na interação com os clientes, grupos e comunidade;
  • incorporar a educação permanente como princípio de excelência profissional.

2. Atividades Principais

O curso de graduação em Nutrição da UNIP procura estar sempre engajado para manter um currículo adequado às mudanças pelas quais a sociedade vem passando, sem, contudo, deixar de priorizar a atenção dietética, tanto em nível individual quanto coletivo, por meio de ações integradas de prevenção, promoção, proteção e reabilitação da saúde, nas diferentes fases do ciclo-vital e do processo saúde-doença, para atuar, de forma interdisciplinar,  em equipes multiprofissionais e com prática integrada ao sistema de saúde local.

A formação do nutricionista deve dotar o profissional dos conhecimentos, habilidades e atitudes requeridos para atuar com competência em:

  • atenção dietética a indivíduos e populações, de diferentes idades e condição de saúde;
  • avaliação, promoção, manutenção e recuperação do estado nutricional de indivíduos e grupos;
  • desenvolvimento e aplicação de técnicas de ensino em sua área de atuação;
  • atuação na formulação e execução de políticas e programas de educação nutricional, segurança alimentar e sanitária e vigilância nutricional, visando a promoção da saúde em âmbito local, regional e nacional;
  • atuação interprofissional em equipes multiprofissionais de saúde e terapia nutricional, realizando a avaliação, diagnóstico e acompanhamento do estado nutricional, planejando, prescrevendo, analisando, supervisionando e avaliando o uso de dietas e suplementos dietéticos;
  • planejamento, gerenciamento, avaliação de unidades de alimentação e nutrição com vistas à melhoria das condições de saúde de coletividades sadias e enfermas;
  • realização de diagnósticos e intervenções na rede de alimentação e nutrição, considerando a influência sócio-cultural, econômica que determina a disponibilidade, consumo e utilização biológica dos alimentos;
  • atuação interprofissional em equipes multiprofissionais, realizando planejamento, coordenação, supervisão, implementação, execução e avaliação de atividades na área de alimentação e de saúde;
  • desenvolvimento de auditoria, assessoria e consultoria na área de alimentação e nutrição e atuação em marketing de alimentação e nutrição.
  • controle de qualidade dos alimentos nas suas áreas de competência e desenvolvimento e avaliação de novas fórmulas ou produtos alimentícios para consumo humano.
  • participação em grupos de pesquisa, enfatizando a nutrição humana de forma integral e ética.

3. Mercado de Trabalho

O nutricionista pode exercer atividades autônomas, trabalhar em instituições de ensino, pesquisa, saúde e abastecimento de alimentos, alimentação escolar, indústrias alimentícias, nutrição e marketing, nutrição e esporte, clínicas, ambulatórios, consultórios, hospitais, academias, spas.

A oferta de postos de trabalho no mercado está em expansão, na medida em que a expectativa de vida da população brasileira tem aumentado e as necessidades de atenção dietética se multiplicado.

Cabe ao nutricionista um amplo espectro de atuação e de participação na sociedade.

4. Práticas

  • Unidades básicas de saúde
  • Laboratório de  técnica dietética
  • Laboratório de Anatomia
  • Laboratório multidisciplinar
  • Laboratório de Animais
  • Laboratório de informática
  • Clínicas de saúde da UNIP
  • Eventos Acadêmico-científicos
  • Atividades de extensão comunitária
  • Atividades complementares
  • Estágio em instituições de saúde: hospitais, clínicas, creches, asilos e outros.
  • Estágio em indústrias
  • Monitoria
  • Iniciação científica

5. Duração

4 anos

6. Coordenadora

Célia Regina de Ávila Oliveira

7. Critérios de Promoção, do Regimento Geral da UNIP

Art. 78. Os critérios de promoção, envolvendo, simultaneamente, a frequência e o aproveitamento escolar, são os seguintes:
a) se a frequência do aluno for inferior a 75% (setenta e cinco por cento), ele estará reprovado na disciplina;
b) em caso contrário, serão consideradas as avaliações, conforme o previsto no artigo 74 e seus parágrafos.
I - Se a média semestral (MS) for igual ou maior que 7,0 (sete), o aluno estará aprovado na disciplina, naquele semestre, com média final igual a MS.
II - Se MS for menor que 7,0 (sete), o aluno será submetido a um exame, quando lhe será atribuída a nota EX.
III - Após o exame, a média final (MF) da disciplina será a média aritmética simples entre MS e EX. Assim: MF = (MS + EX) /2.
IV - Se MF for igual ou maior que 5,0 (cinco), o aluno estará aprovado na disciplina.
V - Se MF for menor que 5,0 (cinco), o aluno estará reprovado ou poderá, a critério do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE), ser submetido a uma avaliação especial.
VI - Mantida a reprovação, mesmo após a realização da avaliação especial, se concedida, o aluno ficará sujeito ao regime de dependência na disciplina.
c) O aluno que deixar de comparecer a uma prova poderá, a critério do coordenador do curso, substituí-la por nova prova ou pelo exame.
d) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.
e) O aluno reprovado em período letivo que não seja oferecido no semestre seguinte deverá matricular-se em período indicado pela Coordenação do curso.
f) Cabe à Comissão de Qualificação e Avaliação de Cursos (CQA), quando for o caso, acompanhar, avaliar e validar as avaliações de aprendizagem. Sendo assim, em qualquer momento do curso, a Instituição, por meio da CQA, poderá realizar Avaliação Geral de Curso (AGC), mediante a aplicação de uma prova ou a solicitação de um trabalho. Nesse caso, a nota dessa avaliação, que será designada por AG, passará a compor, juntamente com as notas do professor (NP1 e NP2), a média semestral (MS) de cada disciplina, da seguinte forma:
MS = (3 x NP1 + 3 x NP2 + 4 x AG) /10.
g) Quando a Avaliação Geral de Curso (AGC) for aplicada, sua nota (AG) será utilizada para compor a média semestral de todas e somente das disciplinas do período em que o aluno está matriculado. Portanto, não será utilizada para calcular a média semestral de disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e de disciplinas optativas ou eletivas.
h) Todos os alunos terão que realizar Atividades Práticas Supervisionadas (APS), que constarão de atividades de biblioteca (frequência e utilização), atividades relacionadas aos laboratórios (relatórios de experiências e outras), trabalhos individuais ou em grupo determinados pelo professor, trabalhos de iniciação científica, resolução de exercícios do Portal ou de listas, programadas para serem supervisionadas pelos professores em suas aulas. Para os cursos de licenciatura, acrescentam-se a essas atividades os seminários de práticas e outras atividades inerentes às licenciaturas.
i) Em cada semestre, o aluno deverá cumprir a quantidade de horas de APS, definida para seu curso. Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) às APS.
j) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.

§ 1º O desempenho do aluno é avaliado numa escala de 0 (zero) a 10 (dez), com aproximação de até 0,5 (cinco décimos); MS será arredondada para 7,0 (sete), quando for maior ou igual a 6,7 (seis-vírgula-sete) e menor que 7,0 (sete); MF será arredondada para 5,0 (cinco), quando for maior ou igual a 4,75 (quatro-vírgula-setenta e cinco) e menor que 5,0 (cinco).

§ 2º O exame e/ou a avaliação especial, exceção feita àqueles dos antepenúltimo e último período letivos, a critério do CONSEPE, poderão ser realizados em épocas especiais, após recuperação.

§ 3º A recuperação poderá ter duração variável, dependendo da disciplina, e poderá, inclusive, estender-se por um semestre ou mais, a critério do CONSEPE.

§ 4º O aluno, em casos especiais e depois de ouvida a coordenação do curso, poderá ser autorizado a realizar o exame e/ou a avaliação especial em épocas distintas daquela determinada para os alunos de sua turma.

§ 5º A critério do CONSEPE, poderá ser incorporado às normas vigentes o conceito de aproveitamento médio global do período letivo, que é determinado pela média aritmética das médias semestrais das disciplinas cursadas no semestre regular, excetuando-se adaptações, dependências ou tutorias.

§ 6º Se o aproveitamento médio global do período letivo for maior ou igual a 7,0, o aluno poderá, a critério do CONSEPE, ser dispensado de fazer o exame também nas disciplinas em que obteve média semestral maior ou igual a 5,0.

§ 7º O lançamento da nota de aproveitamento médio global obedecerá ao critério de arredondamento do valor obtido para o meio ou inteiro imediatamente superior.

§ 8º Para todos os cursos, se a média de qualquer disciplina oferecida pela modalidade de educação a distância (MD) for maior ou igual a 6,0 (seis), o aluno estará aprovado na disciplina; se for menor que 6,0 (seis), o aluno será submetido a exame.

Art. 79. O número máximo de disciplinas em regime de dependência e de adaptação para a promoção ao período letivo subsequente fica assim definido:

I - para a promoção ao 2º período letivo: sem limite;
II - para a promoção ao 3º período letivo: 5 disciplinas;
III - para promoção aos períodos letivos situados entre o 3º e o antepenúltimo: 5 disciplinas;
IV - para promoção ao antepenúltimo período letivo: 3 disciplinas;
V - para o penúltimo e o último períodos letivos do curso não serão aceitas matrículas de alunos com dependência, recuperação ou adaptação em qualquer disciplina de períodos letivos anteriores.

§ 1º O aluno reprovado em um período letivo poderá optar pelo regime de progressão tutelada, que foi instituído visando a oferecer orientação acadêmica diferenciada aos alunos que apresentarem desempenho acadêmico irregular no decorrer do seu processo de formação. Entende-se por desempenho acadêmico irregular, o acúmulo de disciplinas em regime de dependência e/ou adaptação, em número maior que o permitido conforme o caput deste artigo.

§ 2º O ingresso no regime de progressão tutelada de matrícula decorre do interesse manifesto do aluno.

§ 3º Será facultado aos alunos que estariam se promovendo para o segundo ou para até o antepenúltimo período de qualquer curso de graduação, que tenham ultrapassado o limite de disciplinas em regime de dependência, previsto no caput deste artigo, adotarem o regime de progressão tutelada de matrícula.

§ 4º Os alunos que atenderem às condições previstas no parágrafo anterior poderão optar pelo regime de progressão tutelada durante o período de renovação da matrícula fixado no Calendário Escolar da UNIP.

§ 5º O aluno que ultrapassar o limite de disciplinas em dependência e optar pelo regime de progressão tutelada de matrícula receberá orientação diferenciada sobre a reestruturação do seu percurso acadêmico, inclusive sobre a distribuição das disciplinas em dependência, ou ainda a cursar, atividades e estágios incompletos. A orientação definirá como e quando o aluno poderá cumpri-los.

§ 6º Compete à Coordenação do Curso, a partir da análise do histórico escolar do aluno optante, orientá-lo quanto à melhor alternativa para conduzir a sua progressão acadêmica, considerando tudo o que é exigido pela matriz curricular para uma formação plena (disciplinas, trabalhos de curso, estágios, entre outros).

§ 7º Caberá à Coordenação do Curso, juntamente com o aluno optante pelo regime de progressão tutelada, estabelecer um plano de estudos definindo como, quando e quais disciplinas deverão ser cursadas, assim como as condições e as medidas a serem adotadas para a conclusão das demais atividades curriculares ainda pendentes. Esse plano de estudos poderá ultrapassar, conforme o caso, o período mínimo de integralização curricular.

§ 8º Na condição de ingressante no penúltimo período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o regime de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 9º Na condição de ingressante no último período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o plano de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 10 - Enquanto optante pelo regime de progressão tutelada, o aluno obriga-se a cumprir integralmente o plano acadêmico estabelecido pela Coordenação do Curso e referendado pelo CONSEPE.

§ 11 - O desligamento do aluno do regime de progressão tutelada poderá ocorrer quando o desempenho acadêmico do aluno for avaliado como insuficiente pela instância competente da Universidade e decidido/homologado pelo CONSEPE.

§ 12 - Os casos omissos neste Regulamento serão submetidos à apreciação do Conselho Superior competente da UNIP.

 

Manual de Informações Acadêmicas e Calendário Escolar

Observação: o PPC está disponível também no setor de atendimento e nas bibliotecas.

Grade Curricular - Ingressantes 2018

Disciplinas Carga Horária
Administração de Unidades de Alimentação e Nutrição 60
Anatomia 30
Anatomia dos Sistemas 30
Antropologia da Alimentação 30
Atividades Complementares 100
Atividades Práticas Supervisionadas 640
Avaliação Nutricional 30
Avaliação Nutricional Avançada 30
Bioestatística Aplicada à Saúde 30
Biologia, Histologia, Embriologia 60
Bioquímica 60
Bioquímica Metabólica 60
Biossegurança e Ergonomia 30
Bromatologia 30
Ciências Sociais  30
Composição de Alimentos 60
Comunicação e Expressão  30
Direitos Humanos (Optativa) 20
Desenvolvimento de Produtos Alimentícios 30
Educação Alimentar Nutricional 30
Educação Ambiental (Optativa) 20
Epidemiologia 60
Estágio Curricular 800
Estudos Disciplinares 80
Ética e Orientação Profissional 30
Farmacologia 60
Fisiologia 60
Fisiologia do Sistema Regulador 60
Fisiopatologia da Nutrição 30
Fisiopatologia das Doenças Nutricionais e Endócrinas 30
Higiene e Legislação de Alimentos 30
Homem e Sociedade  30
Interpretação e Produção de Textos  30
Língua Brasileira de Sinais (Optativa) 20
Marketing Pessoal (Optativa) 20
Metodologia do Trabalho Acadêmico 30
Métodos de Pesquisa 30
Microbiologia dos Alimentos 30
Microbiologia, Imunologia e Parasitologia 60
Nutrição Biodisponibilidade de Nutrientes 60
Nutrição Clínica  60
Nutrição Clínica Avançada 60
Nutrição e Dietética 30
Nutrição em Saúde Pública 60
Nutrição Interdisciplinar 30
Nutrição Integrada 30
Nutrição Materna / Criança e Adolescente  60
Nutrição no Esporte 30
Patologia dos Sistemas 60
Planejamento de Cardápios nos Ciclos de Vida 60
Planejamento e Organização de Unidades de Alimentação e Nutrição 60
Políticas de Saúde 30
Práticas Educativas em Saúde 60
Produção Técnico-Científica Interdisciplinar 30
Projeto Técnico-Científico Interdisciplinar 30
Psicologia Aplicada à Nutrição 30
Química 30
Relações Étnico-Raciais e Afrodescendência (Optativa) 20
Técnica Dietética 60
Tecnologia de Alimentos 60
Tópicos de Atuação Profissional - Nutrição 30
Tópicos em Nutrição 30

Carga Horária Total: 3.860 horas-aula (3.217 horas)

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