Fisioterapia

Atos Regulatórios

1. Autorização, Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento

ARAÇATUBA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
ARARAQUARA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
ASSIS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
BAURU Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
CAMPINAS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
JUNDIAÍ Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
RIBEIRÃO PRETO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
SANTOS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
SÃO JOSÉ DO RIO PARDO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
SÃO JOSÉ DO RIO PRETO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
SÃO JOSÉ DOS CAMPOS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
SOROCABA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
BRASÍLIA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
GOIÂNIA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 133 de 01/03/2018 publicada em 02/03/2018
LIMEIRA Autorização Resolução CONSUNI n. 04/89 de 16/11/1989 - Em Processo de Reconhecimento - Protocolo n. 200906430 (Portaria Normativa n. 40/2007 republicada em 29/12/2010 para fins de expedição de diploma)
ANCHIETA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 824 de 30/12/2014 publicada em 02/01/2015
CHÁCARA SANTO ANTÔNIO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 824 de 30/12/2014 publicada em 02/01/2015
CIDADE UNIVERSITÁRIA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 824 de 30/12/2014 publicada em 02/01/2015
INDIANÓPOLIS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 824 de 30/12/2014 publicada em 02/01/2015
MARQUÊS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 824 de 30/12/2014 publicada em 02/01/2015
NORTE Renovação de Reconhecimento Portaria n. 824 de 30/12/2014 publicada em 02/01/2015
TATUAPÉ Renovação de Reconhecimento Portaria n. 824 de 30/12/2014 publicada em 02/01/2015
VERGUEIRO Renovação de Reconhecimento Portaria n. 824 de 30/12/2014 publicada em 02/01/2015
SANTANA DE PARNAÍBA Renovação de Reconhecimento Portaria n. 1 de 06/01/2012 publicada em 09/01/2012
MANAUS Renovação de Reconhecimento Portaria n. 659 de 28/09/2018 publicada em 01/10/2018

2. Conceitos do Curso

CAMPUS CURSO ANO DA AVALIAÇÃO CONCEITO PRELIMINAR DE CURSO - A PARTIR DE 2007
Alphaville Fisioterapia 2016 4
Anchieta Fisioterapia 2016 4
Araçatuba Fisioterapia 2016 5
Araraquara Fisioterapia 2016 4
Assis Fisioterapia 2016 4
Bauru Fisioterapia 2016 3
Brasília Fisioterapia 2016 4
Campinas Fisioterapia 2016 4
Chácara Santo Antônio Fisioterapia 2016 4
Cidade Universitária Fisioterapia 2016 4
Goiânia Fisioterapia 2016 4
Jundiaí Fisioterapia 2016 4
Limeira Fisioterapia 2016 3
Manaus Fisioterapia 2016 3
Marquês Fisioterapia 2016 4
Norte Fisioterapia 2016 4
Paraíso / Vergueiro Fisioterapia 2016 3
Ribeirão Preto Fisioterapia 2016 4
Santos Fisioterapia 2016 3
São José do Rio Pardo Fisioterapia 2016 3
São José do Rio Preto Fisioterapia 2016 4
São José dos Campos Fisioterapia 2016 3
Sorocaba Fisioterapia 2016 3
Tatuapé Fisioterapia 2016 4

Projeto Pedagógico do Curso (PPC)

1. Objetivos do Curso

A fisioterapia é um segmento da área de saúde que contribui, com seu conteúdo específico, para o restabelecimento, a manutenção e a promoção da saúde. O fisioterapeuta graduado pela UNIP domina o conhecimento das ciências básicas, dos recursos fisioterápicos, no âmbito teórico e prático.

Possui conhecimento das disfunções orgânicas e é capaz de identificar os objetivos intermediários e finais a serem atingidos pela fisioterapia, programando e executando intervenções fisioterápicas com finalidade educativa, terapêutica ou reabilitacional.

2. Atividades Principais

  • Na área clínica, o fisioterapeuta atua junto aos setores de medicina clínica e cirúrgica, como ortopedia e traumatologia, neurologia, pediatria, cardiologia, reumatologia, ginecologia, dermatologia, cirurgia plástica etc. a partir do diagnóstico clínico, avalia o paciente e planeja o seu tratamento;
  • na área preventiva, o fisioterapeuta atua em equipes multidisciplinares no planejamento e aplicação de métodos de intervenção fisioterápica.  atua, também, em ambientes funcionais (fábricas, consultórios, escolas etc.) com o objetivo de prevenir problemas musculoesqueléticos, respiratórios etc.;
  • na área de pesquisa, o fisioterapeuta atua como investigador científico de novos recursos, métodos e técnicas, pertinentes ao seu campo de atuação, procurando contribuir para o aprimoramento técnico e científico da profissão.

3. Mercado de Trabalho

O fisioterapeuta trabalha em hospitais (no atendimento ambulatorial, de leito e de terapia intensiva), em centros de reabilitação, clínicas particulares, clubes desportivos, centros de saúde, escolas, indústrias, universidades, faculdades e centros de pesquisa.

O mercado de trabalho é bastante promissor, especialmente na área de atendimento hospitalar em terapia intensiva, traumatologia e ortopedia com ênfase na reeducação postural, na área esportiva, em clubes e academias, e nas clínicas de cirurgia plástica e estética.

4. Práticas

  • Laboratório de Anatomia
  • Laboratório de Microscopia e Microbiologia
  • Laboratório de Cinesiologia e Cinesioterapia
  • Laboratório de Massoterapia
  • Laboratório de Eletroterapia
  • Laboratório de Hidroterapia
  • Laboratório de Fisiologia e Bioquímica
  • Fisioterapia Preventiva
  • Fisioterapia Cardiorrespiratória
  • Clínica de Fisioterapia (Neurologia, Ortopedia e Traumatologia, Pediatria)
  • Piscina para Hidroterapia
  • Estágios em Hospitais (Enfermaria e UTI)
  • Estágios em Saúde Coletiva e Preventiva  (UBS, Policlínica, asilos, Creches e Indústrias)
  • SUFIS - Semana UNIP Fisioterapia
  • Trabalho de Conclusão de Curso - TCC
  • Iniciação Científica
  • Monitoria

5. Duração

4 anos

6. Coordenador

Cristiano Schiavinato Baldan

7. Critérios de Promoção, do Regimento Geral da UNIP

Art. 78. Os critérios de promoção, envolvendo, simultaneamente, a frequência e o aproveitamento escolar, são os seguintes:
a) se a frequência do aluno for inferior a 75% (setenta e cinco por cento), ele estará reprovado na disciplina;
b) em caso contrário, serão consideradas as avaliações, conforme o previsto no artigo 74 e seus parágrafos.
I - Se a média semestral (MS) for igual ou maior que 7,0 (sete), o aluno estará aprovado na disciplina, naquele semestre, com média final igual a MS.
II - Se MS for menor que 7,0 (sete), o aluno será submetido a um exame, quando lhe será atribuída a nota EX.
III - Após o exame, a média final (MF) da disciplina será a média aritmética simples entre MS e EX. Assim: MF = (MS + EX) /2.
IV - Se MF for igual ou maior que 5,0 (cinco), o aluno estará aprovado na disciplina.
V - Se MF for menor que 5,0 (cinco), o aluno estará reprovado ou poderá, a critério do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE), ser submetido a uma avaliação especial.
VI - Mantida a reprovação, mesmo após a realização da avaliação especial, se concedida, o aluno ficará sujeito ao regime de dependência na disciplina.
c) O aluno que deixar de comparecer a uma prova poderá, a critério do coordenador do curso, substituí-la por nova prova ou pelo exame.
d) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.
e) O aluno reprovado em período letivo que não seja oferecido no semestre seguinte deverá matricular-se em período indicado pela Coordenação do curso.
f) Cabe à Comissão de Qualificação e Avaliação de Cursos (CQA), quando for o caso, acompanhar, avaliar e validar as avaliações de aprendizagem. Sendo assim, em qualquer momento do curso, a Instituição, por meio da CQA, poderá realizar Avaliação Geral de Curso (AGC), mediante a aplicação de uma prova ou a solicitação de um trabalho. Nesse caso, a nota dessa avaliação, que será designada por AG, passará a compor, juntamente com as notas do professor (NP1 e NP2), a média semestral (MS) de cada disciplina, da seguinte forma:
MS = (3 x NP1 + 3 x NP2 + 4 x AG) /10.
g) Quando a Avaliação Geral de Curso (AGC) for aplicada, sua nota (AG) será utilizada para compor a média semestral de todas e somente das disciplinas do período em que o aluno está matriculado. Portanto, não será utilizada para calcular a média semestral de disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e de disciplinas optativas ou eletivas.
h) Todos os alunos terão que realizar Atividades Práticas Supervisionadas (APS), que constarão de atividades de biblioteca (frequência e utilização), atividades relacionadas aos laboratórios (relatórios de experiências e outras), trabalhos individuais ou em grupo determinados pelo professor, trabalhos de iniciação científica, resolução de exercícios do Portal ou de listas, programadas para serem supervisionadas pelos professores em suas aulas. Para os cursos de licenciatura, acrescentam-se a essas atividades os seminários de práticas e outras atividades inerentes às licenciaturas.
i) Em cada semestre, o aluno deverá cumprir a quantidade de horas de APS, definida para seu curso. Será atribuído um conceito semestral (Aprovado ou Reprovado) às APS.
j) Nas disciplinas cursadas em regime de Dependência, Adaptação ou Antecipação e nas disciplinas optativas ou eletivas serão considerados os mesmos critérios das disciplinas regulares para o cálculo da MF.

§ 1º O desempenho do aluno é avaliado numa escala de 0 (zero) a 10 (dez), com aproximação de até 0,5 (cinco décimos); MS será arredondada para 7,0 (sete), quando for maior ou igual a 6,7 (seis-vírgula-sete) e menor que 7,0 (sete); MF será arredondada para 5,0 (cinco), quando for maior ou igual a 4,75 (quatro-vírgula-setenta e cinco) e menor que 5,0 (cinco).

§ 2º O exame e/ou a avaliação especial, exceção feita àqueles dos antepenúltimo e último período letivos, a critério do CONSEPE, poderão ser realizados em épocas especiais, após recuperação.

§ 3º A recuperação poderá ter duração variável, dependendo da disciplina, e poderá, inclusive, estender-se por um semestre ou mais, a critério do CONSEPE.

§ 4º O aluno, em casos especiais e depois de ouvida a coordenação do curso, poderá ser autorizado a realizar o exame e/ou a avaliação especial em épocas distintas daquela determinada para os alunos de sua turma.

§ 5º A critério do CONSEPE, poderá ser incorporado às normas vigentes o conceito de aproveitamento médio global do período letivo, que é determinado pela média aritmética das médias semestrais das disciplinas cursadas no semestre regular, excetuando-se adaptações, dependências ou tutorias.

§ 6º Se o aproveitamento médio global do período letivo for maior ou igual a 7,0, o aluno poderá, a critério do CONSEPE, ser dispensado de fazer o exame também nas disciplinas em que obteve média semestral maior ou igual a 5,0.

§ 7º O lançamento da nota de aproveitamento médio global obedecerá ao critério de arredondamento do valor obtido para o meio ou inteiro imediatamente superior.

§ 8º Para todos os cursos, se a média de qualquer disciplina oferecida pela modalidade de educação a distância (MD) for maior ou igual a 6,0 (seis), o aluno estará aprovado na disciplina; se for menor que 6,0 (seis), o aluno será submetido a exame.

Art. 79. O número máximo de disciplinas em regime de dependência e de adaptação para a promoção ao período letivo subsequente fica assim definido:

I - para a promoção ao 2º período letivo: sem limite;
II - para a promoção ao 3º período letivo: 5 disciplinas;
III - para promoção aos períodos letivos situados entre o 3º e o antepenúltimo: 5 disciplinas;
IV - para promoção ao antepenúltimo período letivo: 3 disciplinas;
V - para o penúltimo e o último períodos letivos do curso não serão aceitas matrículas de alunos com dependência, recuperação ou adaptação em qualquer disciplina de períodos letivos anteriores.

§ 1º O aluno reprovado em um período letivo poderá optar pelo regime de progressão tutelada, que foi instituído visando a oferecer orientação acadêmica diferenciada aos alunos que apresentarem desempenho acadêmico irregular no decorrer do seu processo de formação. Entende-se por desempenho acadêmico irregular, o acúmulo de disciplinas em regime de dependência e/ou adaptação, em número maior que o permitido conforme o caput deste artigo.

§ 2º O ingresso no regime de progressão tutelada de matrícula decorre do interesse manifesto do aluno.

§ 3º Será facultado aos alunos que estariam se promovendo para o segundo ou para até o antepenúltimo período de qualquer curso de graduação, que tenham ultrapassado o limite de disciplinas em regime de dependência, previsto no caput deste artigo, adotarem o regime de progressão tutelada de matrícula.

§ 4º Os alunos que atenderem às condições previstas no parágrafo anterior poderão optar pelo regime de progressão tutelada durante o período de renovação da matrícula fixado no Calendário Escolar da UNIP.

§ 5º O aluno que ultrapassar o limite de disciplinas em dependência e optar pelo regime de progressão tutelada de matrícula receberá orientação diferenciada sobre a reestruturação do seu percurso acadêmico, inclusive sobre a distribuição das disciplinas em dependência, ou ainda a cursar, atividades e estágios incompletos. A orientação definirá como e quando o aluno poderá cumpri-los.

§ 6º Compete à Coordenação do Curso, a partir da análise do histórico escolar do aluno optante, orientá-lo quanto à melhor alternativa para conduzir a sua progressão acadêmica, considerando tudo o que é exigido pela matriz curricular para uma formação plena (disciplinas, trabalhos de curso, estágios, entre outros).

§ 7º Caberá à Coordenação do Curso, juntamente com o aluno optante pelo regime de progressão tutelada, estabelecer um plano de estudos definindo como, quando e quais disciplinas deverão ser cursadas, assim como as condições e as medidas a serem adotadas para a conclusão das demais atividades curriculares ainda pendentes. Esse plano de estudos poderá ultrapassar, conforme o caso, o período mínimo de integralização curricular.

§ 8º Na condição de ingressante no penúltimo período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o regime de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 9º Na condição de ingressante no último período, uma vez aceita a opção pelo regime tutelado, o aluno será matriculado provisoriamente nesse período de seu curso. A matrícula e o plano de estudos definido pela Coordenação do Curso serão homologados, segundo normas fixadas pelos Colegiados Superiores da UNIP.

§ 10 - Enquanto optante pelo regime de progressão tutelada, o aluno obriga-se a cumprir integralmente o plano acadêmico estabelecido pela Coordenação do Curso e referendado pelo CONSEPE.

§ 11 - O desligamento do aluno do regime de progressão tutelada poderá ocorrer quando o desempenho acadêmico do aluno for avaliado como insuficiente pela instância competente da Universidade e decidido/homologado pelo CONSEPE.

§ 12 - Os casos omissos neste Regulamento serão submetidos à apreciação do Conselho Superior competente da UNIP.

 

Manual de Informações Acadêmicas e Calendário Escolar

Observação: o PPC está disponível também no setor de atendimento e nas bibliotecas.

Grade Curricular - Ingressantes 2018

Disciplinas Carga Horária
Anatomia do Aparelho Locomotor 90
Anatomia dos Sistemas 60
Atividades Complementares 100
Atividades Práticas Supervisionadas 800
Avaliação Diagnóstica 30
Avaliação Funcional 60
Biologia (Citologia) 60
Biomecânica 60
Bioquímica 60
Biossegurança 60
Ciências Sociais 30
Cinesiologia 60
Cinesioterapia 60
Comunicação e Expressão  30
Controle Motor e Neurociências 30
Corporeidade e Motricidade Humana 30
Direitos Humanos (Optativa) 20
Educação Ambiental (Optativa) 20
Eletroterapia 60
Epidemiologia e Saúde Pública 30
Ergonomia e Ginástica Laboral 30
Estágio Curricular 960
Estudos Disciplinares 340
Ética e Deontologia 30
Evolução Histórica da Fisioterapia  90
Fisiologia Aplicada à Atividade Motora  60
Fisiologia do Sistema Regulador 30
Fisiologia Geral 60
Fisioterapia Aquática 30
Fisioterapia Aplicada à Dermatofuncional 30
Fisioterapia Aplicada à Saúde da Mulher 30
Fisioterapia Cardiológica 30
Fisioterapia em Terapia Intensiva 30
Fisioterapia Geriátrica e Gerontológica 30
Fisioterapia Interdisciplinar 30
Fisioterapia Integrada 30
Fisioterapia Neuro Funcional 60
Fisioterapia Ortopédica Funcional 60
Fisioterapia Pediátrica 60
Fisioterapia Preventiva 30
Fisioterapia Respiratória 90
Fisioterapia Reumatológica 30
Fisioterapia Traumatológica Funcional 60
Fundamentos de Ações Preventivas em Saúde 30
Fundamentos de Saúde Coletiva 30
Homem e Sociedade 30
Interpretação e Produção de Textos  30
Língua Brasileira de Sinais (Optativa) 20
Marketing Pessoal (Optativa) 20
Medidas e Avaliações 60
Metodologia do Trabalho Acadêmico  30
Métodos de Pesquisa 30
Neuroanatomia 30
Noções Básicas de Farmacologia 30
Nutrição aplicada ao Esporte 60
Órtese e Protese em Fisioterapia 30
Patologia 30
Políticas Públicas e Inclusão Social 30
Primeiros Socorros 30
Produção Técnico-Científica Interdisciplinar 30
Projeto Técnico-Científico Interdisciplinar 30
Psicologia Aplicada à Fisioterapia 60
Recursos Terapêuticos Manuais 30
Reeducação Funcional 30
Relações Étnico-Raciais e Afrodescendência (Optativa) 20
Semiologia Aplicada à Fisioterapia 90
Termo e Fototerapia 60
Tópicos de Atuação Profissional - Fisioterapia 30

Carga Horária Total: 4.800 horas-aula (4.000 horas)

INSCREVA-SE!